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sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

A data era 10 de janeiro de 1964, o dia em que Dona Maria Bacelar partiu!

A data era 10 de janeiro de 1964. Por volta das 17h, no casarão da família Bacelar no Itapirema, uma chuvinha caia junto com o sol: era a despedida de dona Maria Bacelar aos 62 anos. De família rica, nasceu em Curralinho no dia 27 de maio de 1902, sendo filha do casal Marcos Machado e dona Celina de Araujo Machado. Casou-se com Duque Bacelar no dia 30 de junho de 1922 numa cerimônia simples. Da união nasceram 18 filhos sendo que destes, pelo menos 07 morreram ao nascer. Hoje empresta seu nome a escola, a rua, é padroeira da Medalha do Mérito Pecuário do Maranhão e da Medalha Maria Bacelar (maior comenda da Câmara de Coelho Neto). No dia da sua morte o conterrâneo Milson Coutinho escreveu sobre ela de quem faço uso das mesmas palavras para homenageá-la: “Bondosa - de uma bondade hereditária, ela soube ser grande sendo humilde; caridosa - ela soube ser a companheira ideal para o esposo até os últimos instantes; mãe - ela soube imprimir no coração de seus filhos a bondade que constrói o mundo; nas suas formações o trabalho que exalta a terra e glorifica a Deus; na sua vida o sentido da luta, o caminho do labor, a estrada da perseverança. Por tudo isto, dona Maria Bacelar foi grande. Acima de tudo porém ela soube cultivar a bondade. E só os bons são realmente grandes. Dona Maria foi grande em vida. Sê-la á maior na morte. #historiadeCoelhoNeto #duquebacelarefilhos

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